Entenda a diferença entre monitoramento e rastreamento veicular

A segurança do transporte e a necessidade por uma maior eficiência logística têm levado muitas empresas a investirem em sistemas de monitoramento e rastreamento veicular, visando protegerem o trabalho dos profissionais envolvidos no transporte e se prevenirem contra os riscos de ações criminosas, como furtos e roubos e promoverem melhorias nos processos de carga e descarga.

Para ajudar você a entender melhor o que significa monitoramento e rastreamento veicular, acompanhe nosso post de hoje e fique por dentro das características e aplicações de cada um. Fique atento!

O que é monitoramento veicular?

O monitoramento veicular ou de frotas consiste em acompanhar passo a passo a rota traçada e efetivamente realizada pelo veículo.

Na prática, o monitoramento veicular é o acompanhamento do trajeto realizado pelo motorista, desde o momento de saída até o destino final. Para empresas que utilizam este tipo de gerenciamento, é possível auxiliar o motorista sobre as melhores rotas que devem ser realizadas em determinados períodos do dia, a fim de tornar as viagens mais seguras e livres de imprevistos.

O monitoramento é uma das soluções que oferece segurança e acesso a dados precisos sobre o trajeto de veículos ou frotas. Para o acompanhamento, geralmente, são utilizados dados do sistema de posicionamento global (GPS), tecnologia que utiliza a transmissão via satélite para localizar objetos ao redor do globo terrestre.

O que é rastreamento veicular?

Diferentemente do monitoramento, cujo objetivo é o acompanhamento e localização simultânea do veículo, o rastreamento veicular abrange não somente o status do veiculo  mas também da carga e da equipe em seu interior ao longo de todo o seu trajeto.

Em geral, o processo de rastreamento veicular utiliza sinais de radiofrequência. Assim, é possível registrar e analisar as ocorrências ao longo da rota,  acompanhando os horários e duração das paradas, possíveis problemas mecânicos, áreas de congestionamento, vias de grande trânsito, entre outros.

Uma das vertentes mais importantes do rastreamento veicular é baseada no emprego da tecnologia RFID (Radio-Frequency Identification ou, em português, Identificação por Radiofrequência).

Através do uso do rastreamento de cargas pela tecnologia RFID é possível ter mais segurança nos processos de transporte e logística, visto que o rastreamento coíbe ações de furtos, já que a carga passa a ser controlada em tempo real e rastreada, certificada durante todo o processo de carga e descarga. No que tange às ocorrências de roubos, o RFID possibilita que a carga seja identificada a qualquer momento pelos agentes de segurança ao longo de todo o evento criminoso até a etapa final de receptação/comercialização.

Mas como funciona o sistema RFID?

A tecnologia RFID é composta basicamente por uma antena, um leitor (responsável pela leitura do sinal e transferência das informações) e, também, por uma tag ou etiqueta de RFID, que é inserida nos produtos, embalagens, equipamentos, etc.

Entre as principais vantagens do uso das etiquetas RFID se destacam:

  • prevenção de furtos, fraudes e falsificação de mercadorias;
  • agilidade no processo de carga e descarga;
  • conferência de carga e descarga com o pedido;
  • localização facilitada dos itens, inclusive com o emprego de RTLS (Real Time Location System – Sistema de Localização em Tempo Real);
  • otimização do processo de logística, permitindo um acompanhamento de todo o trajeto realizado pelo veículo e sua carga até o destino final da mercadoria;
  • durabilidade das etiquetas com possibilidade de reutilização — o que significa menores custos.

Em suma, o uso da tecnologia RFID permite às empresas o acompanhamento da rota, entrega e otimização dos processos, que passam a ser acompanhados em tempo real, gerando assim um incremento da produtividade e segurança da operação como um todo, com os consequentes ganhos de tempo e otimização dos recursos empregados.

Além disso, o rastreamento através da tecnologia RFID possibilita um controle otimizado não somente durante o trajeto mas extendendo-se às etapas posteriores com uma maior agilidade nos processos de carga e descarga com conferência em poucos segundos de volumes que demandariam um tempo considerável em processos de conferência manuais e não automatizados nos CDs  (Centros de Distribuição) e nos pontos de venda, possibilitando a elaboração de inventários altamente precisos e posteriormente na etapa de comercialização o emprego de tecnologias disruptivas e interativas que aprimoram o relacionamento com o cliente, através de terminais de venda inteligentes onde o mesmo interage durante o processo de localização, escolha e compra dos produtos.

Quer saber mais? Acesse esse nosso outro conteúdo e complemente sua leitura: Vale a pena investir e implantar a tecnologia RFID?

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